Como planejamos nossa viagem para a Europa (e índice de posts)

Por Mayara Rosa & Neuton - junho 06, 2017


Este ano fizemos nossa maior viagem até agora, foram 24 dias na Europa. As outras viagens nos ajudaram a aprender a planejar, que apesar de cansativo é muito gostoso. Durante o planejamento já criamos aquela expectativa de todos os lugares que iremos conhecer e das coisas legais que iremos fazer. Vamos ao passo-a-passo!

Escolhendo os Destinos

Nosso primeiro destino seria Paris, fomos convidados para essa viagem por nossos amigos Rafael e Micheli. Quem acompanha o blog já os viu no post de Porto Alegre, onde fomos padrinhos de casamento deles (então, sim, tecnicamente fomos com eles para  a Lua de Mel kkk). 
Paris não tem erro! É a cidade luz!
Como nossas férias seriam entre abril~maio, sabíamos que seria uma época boa, início de primavera, temperaturas agradáveis. Para aproveitar o feriado de 1º de maio, resolvemos partir no dia 29 de abril. Nosso aniversário de namoro é 23 de maio, gostaríamos de aproveitar a viagem para comemorar, e foi assim que ela se esticou rs.

Sempre quisemos conhecer Londres, e sabendo que existe o trem subaquático da Eurostar saindo de Paris, seria a oportunidade perfeita para isso (mais abaixo sobre os trens). Mas como a viagem ficou mais longa, resolvemos incluir mais destinos dentro do Reino Unido. Aí começou a dúvida, a tentação de sair conhecendo um monte de cidades é grande. Mas optamos por ficar no mínimo 3 dias em cada lugar, isso nos deu um limite. E sentimos que conhecemos bem cada uma. Foi uma boa decisão, não foi apenas fincar a bandeira e seguir. E mesmo assim foi bem cansativo, falaremos mais nos demais posts.

Decidido isso, já tínhamos mais ou menos ideia das cidades que queríamos conhecer, mas para nos ajudar, encontramos esse ótimo artigo do Telegraph que traz uma lista das melhores cidades britânicas, segundo os britânicos. Separamos aqui os trechos do artigo (em tradução livre), das cidades que escolhemos, e caso tenha interesse de viajar para o Reino Unido, é interessante ler o completo.

14º Lugar: Liverpool


Porque visitar (segundo o artigo)
A cidade marítima de Liverpool faz parte do Patrimônio Mundial da Unesco (muito bacana o site da Unesco, vale a visita). Outro lugar notável é Albert Dock, onde fica o Museu Tate Liverpool, apenas mais uma contribuição para uma cidade cheia de cultura e personalidade. Mantenha os olhos abertos para a população local de Superlambananas.

Porque visitamos

Liverpool já estava na nossa lista porque é famosa por ser a cidade natal dos Beatles, e por ser uma cidade bem descolada. E tínhamos assistido um episódio de o Mundo Segundo os Brasileiros da vizinha Manchester e não empolgamos em conhecê-la. São 69 cidades no Reino Unido, então o 14º lugar é  muito bom. Mantivemos o plano.

    3º Lugar: York 


    Porque visitar (segundo o artigo)
    Porque poucas cidades no mundo podem rivalizar York em história e personalidade. Uma pitoresca cidade cortada por um rio e circundada por muralhas antigas, York tem uma origem fascinante que remonta 2000 anos. Imperadores romanos foram coroados aqui, a cabeça de William 'Braveheart' Wallace decorou seus muros e marcas de balas de canhão da Guerra Civil Inglesa marcam suas pedras. Apesar de tudo, a cidade envelheceu bem; do vitral medieval de sua grande catedral gótica até as ruas romanas sob seus pés, o passado é deliciosamente inescapável.

    Porque visitamos

    Não sabíamos nada sobre York, só sabíamos que se existe uma New York, é porque existiu uma Old One rs. Quando vimos no artigo que era uma cidade muralhada (amamos as muralhas de Cartagena), e que estava bem no caminho para o norte, não tivemos dúvidas de incluí-la.

      2º Lugar: Londres


      Porque visitar (segundo o artigo)
      Existem poucas cidades mais cosmopolitas na Terra. Pessoas surgem de todo o mundo para visitar, trabalhar ou viver. Os londrinos estão acostumados com obras marcando o progresso de projetos de infraestrutura colossais como o Crossrail e a revitalização da King's Cross-St Pancras, novos arranha-céus, e até mesmo novas áreas inteiras, como a Embassy Quarter e a Battersea Power Station ao sul do rio, que estão transformando o horizonte. Restaurantes, bares e teatros estão para todo lado e a variedade de eventos oferecidos - de esporte a comida, de festivais de música a teatro - é invencível. Aqui e agora, Londres é um lugar onde você simplesmente deve estar.

      Porque visitamos

      Já era nosso destino e é um daqueles lugares do mundo que são praticamente unanimidade. A quantidade de eventos realmente é empolgante, e iríamos aproveitar isso.

      1º Lugar: Edimburgo


      Porque visitar (segundo o artigo)
      Dos edifícios, passagens e ruelas medievais, cheios de história, da Old Town até a elegância da New Town georgiana, Edimburgo merece sua reputação como uma das mais lindas e atraentes cidades do mundo.

      Porque visitamos

      Queríamos ver lindos campos verdes rs, ficamos na dúvida sobre ir a Irlanda, desistimos pois seria de avião, então escolhemos Edimburgo para ser nosso destino final ao norte. Foi a cidade campeã pelo terceiro ano consecutivo (e agora assinamos embaixo).

      P.S: Pra quem gostou dessa lista eles também tem a lista dos melhores países da Europa.


      E o terrorismo?

      Durante nosso planejamento ocorreram alguns eventos, bate a insegurança, mas mesmo em casa podem acontecer tragédias. O importante é estar alerta, em Paris o governo lançou esse aplicativo que notifica em caso de algum evento.

      Antes de ir, encontramos esse mapa do Telegraph, que mostra o nível de risco de terror nos países, praticamente o mundo está sob uma mancha vermelha, então não podemos ficar paralizados. Da primeira vez que vimos o Brasil estava em Low, já subiu para Underlying (#partiuméxico).



      Comprando as passagens

      1. Avião

      Já sabíamos que queríamos ir por Paris e voltar por Londres. Descobrimos que existe um termo técnico para isso é o Open Jaw, isso é quando sua cidade de volta para a origem é diferente da de chegada. Isso tem vantagens e desvantagens. Vejamos.

      O Neuton estava com uma quantidade grande de milhas que já estavam para vencer. Então queríamos utilizá-las. Nesse meio tempo, surgiu uma promoção dos voos normais para Londres e o preço da volta Londres-São Paulo-Brasília também caiu. Deu para comprar a volta para os dois. 

      Sobre programa de milhas a dica é: escolha um, e fique nele, nós transferimos os pontos do cartão de crédito (preferencialmente esperando alguma daquelas promoções de "transfira e receba o dobro do valor").

      Aí começou a desvantagem, o valor de um trecho só é bem mais caro. Já tínhamos a volta, e surgiram várias promoções para Paris, mas tudo apenas para ida e volta. Tivemos paciência e conseguimos um bom preço, mas seria o preço da ida e da volta em promoção :(

      Mesmo assim foi uma vantagem o Open Jaw, porque seria péssimo voltar para Paris só para pegar o voo de volta para o Brasil. Muito cansativo. Se tempo é dinheiro, tempo de férias vale barras de ouro. Pense nisso antes de se jogar de cabeça em qualquer oferta para economizar.

      2. Trem

      Decidimos que os deslocamentos do "meio" da viagem, seriam de trem! Como, infelizmente, no Brasil não há essa opção, ficamos muito empolgados! 

      O primeiro trem seria o mais incrível, são 2 horas e meia entre Paris e Londres, passando pelo Eurotunnel, que passa abaixo do oceano. Mas tem que chegar com antecedência, como é uma viagem internacional, é necessário passar pela imigração. Quanto a viagem, é ótima, poltronas bem espaçosas (daremos mais detalhes nos próximos posts).

      Comprando bilhetes com desconto dentro do Reino Unido

      Os demais trens seriam nacionais, ou seja, dentro do Reino Unido. Para pesquisar horários e valores, existe um agregador que traz informações sobre as viagens de várias companhias, é o www.nationalrail.co.uk. Normalmente as viagens são liberadas para reserva 12 semanas antes da data de partida.


      Uma das dicas mais importantes é utilizar os Railcards, com eles é possível conseguir as passagens por 1/3 do preço. No nosso caso, como viajamos em casal, o cartão foi o Two Together Railcard. Apesar de não ser necessário ser cidadão britânico, ou morar lá, você precisa desse cartão físico para mostrar caso seja requisitado. Mas não há um número de cartão, então é possível comprar a passagem com antecedência e fazer o cartão ao chegar no país. A maioria das passagens conseguimos imprimir em casa, apenas uma que foi preciso imprimir na estação (mas tem máquinas automáticas para facilitar).


      Como fazer o cartão:

      1. Tenha 2 fotos do tamanho de passaporte.
      2. Na estação de trem, procure um balcão de alguma companhia (pode ser qualquer uma).
      3. Pague 30 libras (preço em 2017). 

      O cartão vale por um ano, ou seja, ele é vantajoso no longo prazo. Então é preciso ver se você fará viagens suficientes para ganhar mais do que o valor do cartão. No nosso caso sim. Principalmente no Caledonia Sleeper (que tem passagem mais cara, mais sobre ele daqui a pouco).

      Comprando uma passagem na Virgin Trains, perceba que apesar de serem 2 pessoas, é apenas um cartão. 
      Existem outros Railcards, para famílias, para pessoas idosas, para jovens, etc. Veja qual vai encaixar no seu grupo. E tem um detalhe, a passagem tem que ser após 09:30 da manhã, para evitar o horário de pico, na maioria das vezes isso não foi um problema.

      Trem nortuno

      Nossa última cidade seria Edimburgo, resolvemos experimentar na volta o clássico trem escocês, Caledonian Sleeper. Era um bom plano, como na ida já teríamos aproveitado as vistas (sempre viajávamos pela manhã, chegando para o almoço na próxima cidade), para voltar para Londres poderíamos vir dormindo. Esse trem parte às 23h30, e vem em velocidade reduzida, chegando em Londres às 6h30 da manhã. Economizaríamos uma diária de hotel e teríamos uma experiência diferente.

      Não esperávamos que seria tão diferente kkk, pareceu uma noite em um daqueles trem-fantasmas dos parques de diversão. Mas, apesar de tudo, achamos que vale sim encarar rs. Se o trem fosse um pouco mais novo teria sido perfeito (faça um tour virtual por ele aqui).



      Esse assunto dos trens por si só rende um post, que faremos em breve, mas caso queira outras informações pode nos perguntar nos comentários, ou leia o guia definitivo sobre trens no Reino Unido (em inglês). 



      Nosso roteiro final, simulado no rome2rio, 5 cidades, 1.970km percorridos:
      Observe que essa simulação rápida no rome2rio mostra uma grande variação de preços nesses trajetos feitos por trem. Como detalhamos acima, ao usar o Two Together Railcard conseguimos ficar bem próximos desse limite inferior de gastos da simulação (R$ 1250), e olhe que essa simulação nem considera o Caledonian Sleeper.

      Escolhendo a hospedagem

      Maior viagem, logo, maior número de hotéis. No total foram 6. Falaremos mais de cada um nos próximos posts. Essa foi uma das coisas que pareceram empolgantes no começo, mas que rapidamente ficou cansativo. Pois hospedar-se em 6 hotéis significa arrumar a mala 8 vezes. Então pense nisso antes de ceder ao desejo de pular de galho em galho rs.


      Da mesma forma das milhas, achamos que o melhor é escolher um site de reserva de hotéis e ficar nele. Pois com o tempo você ganha vantagens. Nós utilizamos o Booking, por ser uma empresa internacional e por nunca ter dado problema em nenhuma reserva. Já nos tornamos clientes .genius, isso significa que temos 10% de desconto (acumulável com outras promoções) em vários hotéis, e em alguns recebemos até uma bebida grátis na chegada. 

      Os usuários do Booking também dão bons feedbacks, sempre tem um recente, então nossa fonte de pesquisa é o próprio site. O aplicativo também é uma vantagem, permite consultar rapidamente o endereço do hotel e outras informações da reserva.

      Nossos critérios para escolher hotéis são bem simples:

      1. Boa localização - escolhemos um bairro que tenha acesso fácil para as principais atrações, mas que também não seja perigoso (por exemplo em Paris, as arrondissements mais externas do caracol não são turísticas e não é recomendado se hospedar lá). Costumamos pegar essas dicas de onde ficar no Viaje na Viagem, do Ricardo Freire. 

      Arrondissements de Paris.
      2. Outros - em seguida, marcamos no filtro os bairros escolhidos. Também marcamos apenas hotéis e B&Bs. Preferimos não pegar apartamentos, nas férias faz parte ter a cama arrumada rs (mas isso é uma escolha pessoal). Depois, ordenamos pela nota Muito Bom ou Excelente. E vamos eliminando os que são extremamente fora do orçamento. E, no final, vem a simpatia com o local. Claro que o método não é a prova de erro, mas na maioria das vezes gostamos da escolha.

      Citzen M, um dos hotéis que foi amor a primeira foto.
      Obs: Caso não utilize nenhum site de reservas, vale sempre a pena olhar o próprio site do hotel, muitas vezes o preço é mais em conta ao reservar direto com eles.

      Escolhendo o que fazer

      Passagens compradas, hotéis reservados, chega a hora da melhor parte: descobrir o que tem de bom para conhecer nas cidades.



      Nossa principal fonte é o TripAdvisor. Com ele fica muito fácil selecionar o que fazer. Basta buscar a cidade e ver o que está bem cotado. Vamos selecionando o que gostamos e que está logisticamente bom para incluir no roteiro. Uma nova funcionalidade do site é a área de guias feito por usuários. No site brasileiro ainda está começando, em inglês já está mais maduro. O bacana desses guias é encontrar indicações de locais.

      The Clove Club - Eleito o melhor restaurante de Londres em 2017.
      Conforme viajamos mais, começamos a ampliar um pouco as opções, por exemplo para escolher restaurantes, no TripAdvisor as opções mais bem colocadas costumam ser as custo-benefício. Para ter uma experiência gastronômica diferente, é necessário fazer uma pesquisa à parte. Para Londres, um ótimo artigo que utilizamos foi o "The Dish - UK Top 100 Restaurants". Tivemos a oportunidade de visitar três deles (continue nos acompanhando para ver quais).

      Isso vai de acordo com seus interesses, naquilo que gosta de conhecer o que há de melhor, a ideia é pesquisar em outras fontes, principalmente locais. Além da gastronomia, também tínhamos vontade de ir a algum espetáculo (infelizmente não tinha nenhum show de algum artista que gostamos) e ver um jogo de futebol. Essas três coisas precisam de reservas com antecedência, então programe-se!

       
      Membership do Arsenal e ingressos para o Rei Leão foram comprados com 5 meses de antecedência.
      Além disso, também reservamos uma excursão para conhecer os Highlands escoceses, que valeu super a pena. E compramos ingressos para visitar os estúdios do Harry Potter. No mais a dica é: tudo que puder ser comprado com antecedência pela internet, compre! Pular as filas faz toda a diferença!


      E por falar em pular filas, em Paris compramos o Museum Pass. Com ele você economiza bastante no valor das entradas. Não tem erro comprar, em qualquer centro de informação turística você encontra. Ainda vem com um mapa com todos os horários de funcionamento das atrações. Você pode comprar o de 2, 4 ou 6 dias. Começa a contagem a partir da data que você escreve no cartão (nada burocrático).






      No Reino Unido os museus são gratuitos, pedem apenas uma doação, opcional. E são muiiitos museus.

      Outra fonte que utilizamos foram revistas. Essa é graças a nossa amiga (e revisora oficial :*) Sonia. Em cidades europeias, existem roteiros clássicos que não mudam, então tem algumas matérias muito boas dessas revistas, com dicas valiosas e resumos bem legais. Quem tiver acesso, vale a pena dar uma folheada. Fomos tirando fotos das dicas que achávamos mais interessantes.

      Pedaço de um mapinha dos castelos do Vale do Loire em uma das revistas.

      Conforme vamos encontrando coisas que nos interessam, vamos consolidando no Trello. Esta é uma forma mais fácil de visualizar, e como também tem aplicativo para o celular, auxilia no dia-a-dia da viagem. Costumamos fazer uma lista para cada dia e lá colocamos a programação desse dia.
      Nosso Trello da viagem, nos próximos roteiros colocaremos o link para o quadro completo.
      Depois de tudo fechado, foi só contar os dias. Claro que na viagem nem todo o planejamento foi seguido à risca, mas acreditamos que ela foi muito melhor aproveitada devido a esse trabalho. 


      O post já está grande, então vamos encerrar por aqui. Espero que seja útil para o seu planejamento, qualquer dúvida deixe um comentário e continue acompanhando os demais posts com muito mais dicas, fotos e vídeos (veja abaixo)!

      Índice de Posts

      Conforme saírem os posts, colocaremos os links, acompanhe! E enquanto isso, assista nosso vídeo para sentir o gostinho dos lugares que visitamos :)


      Paris: 
      Londres (parte 1):
      • Oyster Card - Como andar de metrô em Londres
      • Início dos Free Walking Tours e Museus Britânicos
      • Pedalando em um Parque Real + Hard Rock Café + Tower of London
      • Primeiro jantar refinado - Dinner by Heston
      • Pegando um trem nacional britânico - de Londres para Liverpool
      Liverpool:
      • Albert Dock e Museu Marítimo + A incrível Catedral de Liverpool
      • Free Walking Tour em Liverpool
      • The Beatles Story e Cavern Club
      York:
      • O melhor tour à pé (de volta ao passado em York)
      • National Rail Museum, viajando na história dos trens (com direito ao melhor chá da tarde)
      • Encontramos a fantástica fábrica de chocolate em York
      • A última escadaria caracol: Catedral de York
      • De volta a Idade Média: York Castle Museum, Clifford Towel e York Dugeon.
      Edimburgo:
      • Primeira impressão de Edimburgo: wow
      • Excursão para Lochs e castelos de West Highlands
      • Museu Real da Escócia e Royal Yatch Britânia
      • A vista mais incrível da cidade: subindo o Arthur's Seat
      • Um castelo no vulcão e um jardim no lago?
      • Museu divertido: Camera Obscura e World of Illusions 
      • Carlton Hill: o cartão postal de Edimburgo
      • Entramos em um barril no The Scotch Whisky Experience
      • Caledonian Sleeper: o trem fantasma
      Londres (parte 2):
      • CitzenM - o hotel do cidadão móvel
      • Porque não gostamos da creperia mais pop de Londres
      • A polêmica do British Museum
      • Assistindo uma partida do Arsenal pela Premier League (Bônus: como comprar ingressos)
      • Jazz Bar Nightjar - lugar mais hipster que já fomos
      • Um dia em Hogwarts!
      • The Clove Club - um dos 50 melhores restaurantes do mundo
      • Museu de Ciências e Visita aos bastidores da Royal Opera House
      • Chorando baldes com o Rei Leão e Jantar no Hutong - The Shard
      • Último dia em Londres, compras na Oxford Street
      • Chegando ao aeroporto de Heathrow e Retorno ao Brasil
      Outros:
      • Nossos equipamentos de fotografia/filmagem
      • Top 5 restaurantes da viagem a Paris e Reino Unido
      • O que faríamos diferente em uma viagem longa?

      "Não estive em todos os lugares, mas está na minha lista." 

      Para aprender novas línguas, o Duolingo é recomendadíssimo. Como nenhum de nós dois falava nada de Francês, resolvi estudar e o aplicativo me ajudou muito (já tinha zerado o espanhol). Como minha amiga Sônia também estava com viagem marcada para Paris, resolvemos tomar aulas particulares, e foi muito bom. Um abraço professeur Carmen!

      Quanto a malas, resolvemos ir apenas com as malas médias, para fazer as viagens de trem foi uma decisão acertada, mas sofremos porque acabamos ficando com vários anexos a essas malas, então para uma próxima tentaremos ser mais "enxutos". Eu comprei uma mala média da Roncato, verde! Recomendo a marca, a garantia é de 10 anos. Quanto as roupas, deixo uma dica para as mulheres, montem os looks e tirem fotos, ajuda muito durante a viagem.

      Compramos um drone, o DJI Mavic Pro, quase não o levamos com medo de ser confiscado devido a segurança reforçada nos países. Pesquisamos e vimos que não haveria problema em levar, apesar de ser proibido o voo em áreas urbanas. E, sim!, o Neuton ainda conseguiu umas imagens que em breve estarão por aqui. Também faremos um post sobre nossos equipamentos de fotografia.

      Por desencargo de consciência também tomamos a vacina de febre amarela e retiramos o Certificado Internacional de Vacinação. França e Reino Unido não estão na lista de países obrigatórios, porém soubemos que alguns estavam solicitando de uma hora para outra. Sempre é bom estar com as vacinas em dia, mal não faz. Tomamos em um posto de saúde, mas no próprio posto da Anvisa no aeroporto era possível tomar e retirar o certificado.

      O Neuton tirou a Permissão Internacional para Dirigir. É super-fácil. Não tem prova nem nada. Basta protocolar o pedido no Detran, pagar a taxa (salgada, R$330) e pronto.

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      Veja também

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